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O que são os NFTs e como as marcas estão fazendo uso dessa tecnologia

Os Tokens não Fungíveis, ou NFTs na sigla em inglês (como são mais conhecidos), se dão por uma classe de criptoativos. O seu conceito é inovador e está revolucionando o mercado. Esses tokens já fizeram e vão continuar fazendo as marcas lucrarem muito nos próximos anos.

NFT é a sigla para Non-fungible Token, ou Token não-fungível em português, um tipo de certificado digital, por meio de blockchain, que tem sido amplamente utilizado para definir a exclusividade de bens digitais.

Essa tecnologia aplicada faz com que uma imagem ilustrativa, uma foto, uma música, um vídeo ou mesmo um post tornam-se únicos e despertem o interesse de colecionadores e investidores aptos a direcionar seus capitais na aquisição de tais obras ou ativos. 

Na prática, as operações de NFTs não são muito diferentes das que acontecem com as criptomoedas, que apoiam as negociações em cima dessa inovação. O caráter diferencial deve-se à exclusividade trazida pelo novo conceito, sem permitir que seja uma moeda de troca (como os Bitcoins).

Tal recurso que tem permitido o registro de originalidade para obras digitais e explica leilões milionários de GIFs, tuítes e imagens na Internet. 

Em virtude disso, o uso dos NFTs tornou-se popular entre os profissionais de marketing – tanto para gerar publicidade quanto para ampliar receitas.  

Para ilustrar essa nova realidade, que tem conectado consumidores mais jovens, podemos citar como exemplo a venda da obra “Everydays: The First 5000 Days” do artista Beeple (Mike Winkelmann), leiloada por 69 milhões de dólares. 

A obra consistia em uma colagem de 5 mil imagens, que levou mais de 13 anos para ser concluída. Seu comprador ganhou o direito ao acesso NFT para ter a obra em si, assim como direitos para exposição e exploração da arte. 

Outros exemplos são: a E.l.f Cosmetics (que lançou nove NFTs baseados em maquiagens, com preços comparáveis aos produtos oferecidos em lojas) e a Pizza Hut (que lançou um NFT de uma fatia de pizza em pixels como uma estratégia para promover seus quatro novos sabores de pizza).

A banda Kings of Leon também fez uso de NFTs para leiloar itens entre seus fãs e acabou por arrecadar mais de 2 milhões de dólares, que foram direcionados a instituições de caridade. 

Até mesmo o primeiro tweet da história passou por esse processo, sendo leiloado por mais de 2,5 milhões de dólares.   

A marca de sopas Campbell’s, por exemplo, redesenhou seu rótulo dentro de um conceito mais clean e comemorou essa iniciativa com 100 NFTs. A campanha contou com a participação da artista coreana Sophia Chang. 

No Brasil, esse conceito já ganhou espaço entre as marcas e principais empresas do país. Times de futebol, por exemplo, também estão se reinventando e apostando nos NFTs.

O Atlético leiloou imagem que ilustra a famosa defesa de pênalti do goleiro Victor durante a campanha vitoriosa do Galo na Copa Libertadores de 2013 por meio deste token e a compra foi negociada por US$ 5 mil.

Sendo assim, os NFTs tornaram-se estratégias para campanhas de reposicionamento e uma maneira de trabalhar com artistas e influenciadores digitais. 

Mas, afinal, como esses tokens funcionam? Vamos conhecer mais sobre este conceito inovador, o qual promete estar presente nas campanhas estratégicas de marcas do mundo inteiro nos próximos anos.

NFTs: o que são? Qual a tecnologia por trás destes tokens?

Os NFTs são tokens não fungíveis. Isto é, são um tipo especial de tokens criptográficos que representam algo único e exclusivo. 

Então, se a marca está vendendo a edição especial de um produto por meio deste recurso, o comprador que fechar negócio terá este certificado de propriedade e exclusividade do item. 

A pessoa não recebe os objetos físicos, mas sim, um arquivo digital que atribui a ele a propriedade do bem – os NFTs.

Essa tecnologia permite que as obras de arte, por exemplo, não precisem mais estar em galerias renomadas de arte para serem valorizadas ou leiloadas.  

Hoje, qualquer obra de arte digital pode virar um token para gerar um certificado digital de propriedade, que pode ser comprado e vendido.

Os NFTs são infungíveis, indivisíveis, comercializáveis e particulares. Por isso que mesmo vendendo a peça diretamente para o consumidor, o artista com a tokenização pode programar a cobrança de royalties sobre ela. E cada vez que a peça for revendida para um novo dono, o artista lucrará um percentual sobre esta venda. 

Em resumo:  é uma garantia de direitos autorais de um determinado produto ou ativo. É o que torna algo único.

Mas por que essa exclusividade é importante e pode ser usada pelas marcas? Pense conosco: o quadro da Mona Lisa vale cerca de U$2,5 bilhões. Se uma pessoa de qualquer lugar do mundo imprimir a foto deste quadro em perfeita resolução e emoldurar. Mesmo ficando super parecido, a obra vai valer poucos reais – se encontrar alguém que deseja comprá-la.

A diferença de valores é simples e lógica, a obra Mona Lisa não é fungível – é insubstituível, única. Portanto, seu valor está atrelado à originalidade, à autenticidade e à exclusividade. Se não for o quadro original, não tem tanto valor.

A proposta dos NFTs é, justamente, trazer essa não fungibilidade do mundo físico para o mundo digital, o que permite que as marcas criem campanhas, lancem produtos e leiloem artigos únicos.

Vale lembrar que não estamos falando apenas de itens diferenciados, mas também de imagens, fotos, músicas, um vídeo, meme famoso da internet ou até mesmo um post.

O fato é que este mercado está crescendo cada vez mais e essa é uma grande oportunidade para empresas! Se quiser saber mais sobre o tema ou como criar ações com os NFTs para sua marca, entre em contato conosco. A AtitudeCom será sua grande aliada!

admin

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